O pré-candidato ao Senado pelo PL, Capitão Contar, defendeu a decisão do Congresso Nacional que rejeitou o veto do presidente Lula ao projeto sobre a dosimetria das penas aplicadas aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
Na Câmara dos Deputados, foram 318 votos pela rejeição, 144 pela manutenção e 5 abstenções. No Senado, foram 49 votos pela rejeição e 24 pela manutenção do veto presidencial.
Segundo Contar, a medida representa um recado político e institucional sobre a necessidade de equilíbrio nas decisões. “Esse é um recado claro: o Brasil precisa voltar ao equilíbrio. Que cada pessoa responda pelos seus atos na medida exata do que fez, sem excessos, sem distorções e sem perseguições políticas. Justiça não pode ser vingança, precisa ser equilíbrio”, afirmou.
Para o pré-candidato, o país não pode abrir espaço para excessos ou interpretações que gerem insegurança jurídica. Na avaliação dele, a definição das penas deve respeitar limites claros e contribuir para a estabilidade institucional.
Contar também afirmou que a decisão reacende o debate sobre anistia, que, segundo ele, precisa ser conduzida com responsabilidade, com foco na correção de eventuais injustiças e na pacificação do país.
O pré-candidato ressaltou ainda que o episódio reforça a importância do respeito às garantias fundamentais e à previsibilidade das decisões judiciais. Para ele, a Justiça deve ser aplicada com firmeza, mas sem perder o equilíbrio.


