Morte de piloto da Polícia Civil do Rio reforça urgência de ações na segurança pública no país, avalia Capitão Contar

O pré-candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul, Capitão Contar (PL), lamentou a morte do piloto da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Marques Monteiro, de 46 anos, que faleceu no domingo (17), após meses internado. O policial havia sido baleado no pescoço durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste da capital fluminense, em março de 2025.

Para Contar, o caso reforça a necessidade de tratar a segurança pública como prioridade nacional e evidencia os riscos enfrentados diariamente pelos profissionais que atuam na linha de frente do combate ao crime.

“Recebo essa notícia com profunda tristeza e indignação. Quando um agente de segurança é atingido no cumprimento do dever, toda a sociedade é impactada. É mais uma tragédia que reforça a urgência de ações concretas para proteger nossos policiais e enfrentar o avanço da criminalidade no país”, afirmou.

Segundo Capitão Contar, embora o caso tenha ocorrido no Rio de Janeiro, a preocupação com a segurança pública é comum a todas as regiões do Brasil, incluindo Mato Grosso do Sul, que convive com desafios permanentes no enfrentamento ao crime, especialmente por sua posição estratégica de fronteira.

“Esse não é um problema restrito a um estado. Mato Grosso do Sul também conhece de perto os desafios da segurança pública e a necessidade de fortalecer o combate ao crime organizado, investir em inteligência, garantir estrutura adequada às forças policiais e assegurar respaldo para quem dedica a vida à proteção da população”, destacou.

Com a experiência de quem veio da vida militar e sempre defendeu a segurança pública como uma de suas principais bandeiras, Capitão Contar afirmou que o Congresso Nacional tem papel essencial no fortalecimento de políticas públicas, na modernização da legislação e na garantia de recursos para estados e forças de segurança.

“Defender a segurança pública é defender a vida, a ordem e a tranquilidade das famílias brasileiras. Essa é uma pauta que precisa ser tratada com prioridade, responsabilidade e ação concreta”, concluiu.