Capitão Contar rebate Lula e defende escolas cívico-militares

Nesta semana o presidente Lula (PT) declarou que a rede pública de ensino do país “não precisa” das escolas cívico-militares. A afirmação provocou reações imediatas da oposição, levando o pré-candidato ao Senado, Capitão Contar, a vir a público defender esse modelo educacional.

Na visão de Contar, o posicionamento de Lula revela uma falta de compreensão sobre os resultados das instituições cívico-militares. Ele pontuou que a resistência da esquerda é motivada por vieses doutrinários e partidários, deixando de lado o sucesso comprovado do método.

“Vocês da esquerda não apoiam porque nunca gostaram da disciplina e dos valores cultuados pelos militares. Ali não tem espaço para doutrinação, nem chance para o esquerdismo estragar nossos jovens e nossas famílias. Pergunte para qualquer pai ou mãe se eles querem que o filho deixe de estudar em uma escola cívico-militar. Muito pelo contrário, tem fila de espera e os resultados são surpreendentes”, afirmou Contar.

O Capitão argumentou que o sucesso dessas escolas ocorre devido ao afastamento de agendas ideológicas, priorizando a formação cívica do estudante. Ele também aproveitou o momento para criticar os rumos da administração petista no país.

“Lula, o que o nosso Brasil não precisa é de toda essa roubalheira e taxação do seu governo. A gente não aguenta mais tanto escândalo e manobra política para blindar seus companheiros corruptos. Como pode um cara que acha que traficante é vítima do usuário de drogas dizer que o Brasil não precisa de escolas cívico-militares?”, questionou o Capitão.

Contar ainda enfatizou que os colégios que adotam essa gestão apresentam dados superiores em aproveitamento e segurança pública.

“Os índices de evasão, drogas e violência são mínimos, enquanto os resultados em civismo e aprendizado são máximos. Se ainda existe tanta desigualdade na educação após 18 anos de governo do PT, é sinal de que a esquerda fez um péssimo trabalho. O ideal é multiplicar o que dá certo e cancelar o que sempre deu errado”, finalizou Contar.